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A produção de vinho em Portugal, e mesmo em Espanha, França e Itália, registou quebras de produção na ordem dos 30%. A quebra foi mais significativa na Região do Alentejo e Terras de Beira, no interior.

A região mais a litoral beneficiou, ao longo do ano, de outros níveis de humidade, com o rocio (orvalho da manha) a ser preponderante.

No pós vindima, acentuou-se a escalada de preços nos vinhos novos, muito por culpa da correlação entre operadores a interceder no preço por falta de quantidade para conseguirem respeitar compromissos assumidos com operadores de mercados externos.

A SIVAC, através das suas adegas e das parcerias que dispõe teve desde cedo de responder ao mercado e de forma a não por em causa o nível de existências quer em quantidade quer em qualidade.

Na região a colheita traduziu uma colheita extraordinariamente boa a nível qualitativo. Perspetiva-se bons vinhos.

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